Nascido na Cidade do México, Manuel DeLanda se consolidou como escritor explorando ideias como dinâmicas não-lineares e teorias da organização, aproximando as ciências sociais e as ditas exatas e construindo sobre conceitos e estratégias de autores como Deleuze e Guattari.
DeLanda nos oferece aqui uma leitura contingente, não-teleológica, dos processos históricos do último milhar de anos, uma história inumana da humanidade contada por fluxos cumulativos de matéria e energia, biomassa e genes, linguagens e memes.
A tradução, de Katherine Miranda, foi cotejada com a edição mais recente do livro, modificada pelo autor. O prefácio original é de Moysés Pinto Neto.





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